Gente, infelizmente as fotografias e filmagens da máquina de Érbio não puderam ser baixadas em nosso computador, uma vez que o se cartão de memória é incompatível com a entrada do PC.
Já o arquivo vindo por e-mail, da parte de Gonzaga, está publicado abaixo, como vocês poderão ver.
Bom, agora é esperar que encontremos um PC que aceite o cartão de memória de Érbio para atualizarmos o blog com as fotos.
A gravação de Gonzaga:
Bom, a maior parte do material está mesmo na máquina de Érbio, mas enquanto ele não é postado, vamos ficar com um versinho, coisinha besta, só para animar a galera.
Porém, como o verso fala diretamente do velho Moacir, cabra bom e arretado, acabei de ligar pedindo sua autorização para a postagem. Eis a obra:
Na tarde de quinta-feira
Moacir comemorava
E a turma toda vibrava
Seus meia-quatro de carreira.
A família peladeira
Para lhe homenagear
Botou para discursar
Gonzagão de Mossoró
E o cabra de Caicó
Emocionado quis chorar.
Não era de admirar
Que a essa altura da vida
Moacir com essa acolhida
Fosse se emocionar
Depois dele abraçar
Cada um como ele gosta
E sobre a mesa ali posta
Tinha vinho, bolo e cachaça
Viagra, fralda e de graça
Um balde de botar bosta.
E com lágrima imposta
No rosto velho e cansado
Moacir emocionado
Discursou dando a resposta
Na sua fala exposta
Agradeceu pela amizade
Foi puro em sinceridade
Falando sem fazer fita
E lembrando...
(daqui para a frente os versos foram censurados pelo amigo Moacir)