Ele nasceu aos quinze dias do mês de junho de 1951, na
Avenida Presidente Dutra 1246, Bairro do Alto de São Manoel, Mossoró, Rio
Grande do Norte.
Foi levado à pia baptismal da Igreja de São Manoel com o nome de Luís Gonzaga
Araújo e Costa, mas para nós é apenas Gonzaga (ou Gonzagão – A Muralha
Humana), não usamos seus sobrenomes, porém estamos usufruindo da sua excelência
de caráter servindo-lhe de expoente, mais simpatia e hombridade, além de
lealdade às amizades, dentro e fora de campo.
Administrador, pós-graduado em Economia Agrícola e
especialista em Agronegócio, casado há quatorze anos com Maria Goretti Martins,
com quem vive a alegria de educar o pequeno Pedro Luís que, segundo o pai, infelizmente não gosta de futebol,
mas torce pelo ABC e Flamengo (“ele não entende mesmo de futebol, por isso,
torce por estes times”, diz Gonzaga).
Orgulhoso fala com olhos marejando dos outros três
filhos (“que também não levam jeito para o futebol”) nascidos e residentes em
Brasília, onde o nosso zagueiro morou por 30 anos, de 1972 a 2002: Daniel (35), Gonzaga Júnior (33) - professores de música e uma médica, a Dra. Nathalia (32), especialista em
cardiologia.
Sempre muito comunicativo e atencioso, Gonzaga recebeu
a nossa equipe na bela e confortável sala do seu apartamento no Tirol, no
edifício Pirangi, onde mora, aqui mesmo em Natal. Aí, a conversa fluiu simples e prazerosa; mais um bate-papo descontraído, do que entrevista propriamente dita.
Era uma tarde quente de janeiro, no verão intenso que temos vivido
e, entre uma limonada gelada e outra, servidas com alguns salgadinhos de sabor
esmerado, o “nosso comandante” nos contou desde a origem do seu nome (“em
primeiro lugar em homenagem ao santo: São Luís Gonzaga, um belo padre italiano
que serviu com intensidade a Deus e morreu jovem, com 23 anos. A segunda homenagem
foi ao grande Gonzagão - Luiz Gonzaga, o Rei do Baião - que no mesmo ano do meu
nascimento foi fazer um show em Mossoró. Esse show foi considerado um dos
maiores eventos da década. Minha mãe grávida do futuro Gonzaguinha na qualidade
de fã do Rei do Baião estava na primeira fila. Não deu outro nome!”), até os
planos para o futuro dentro das quatro linhas.
O Comandante, A Muralha Humana, Gonzagão, Gonzaga
Capitão, ou simplesmente Gonzaga, como também o chamamos, além do Botafogo do
Alto de São Manuel, também defendeu o Ipiranga, Potiguar e Baraúnas de
Mossoró; mais o MBTC de Brasília. Atualmente defende o amarelo e o azul, as cores do
sensacional Craques & Craques!
Vamos à entrevista.
Gonzaga, você lembra como ou quando foram os seus primeiros
toques numa bola, onde foram seus primeiros chutes, no quintal de casa, na
calçada, na escola... quantos anos você tinha?
Já chutava na barriga da minha mãe! (risos)
Ainda quando pequeno o meu brinquedo
predileto era uma bola de meia que minha mãe, ou minha irmã mais velha
(Antonieta: êita, nome bonito!), fazia para eu brincar.
Corria chutando bola dentro de casa, no
quintal, na calçada, na escola, ou seja, em qualquer lugar. Já nasci jogando
bola. Por causa dela (bola) apanhei muito da minha mamãe, que não queria que eu
jogasse; gazeei aulas; obtive muitas fraturas; ganhei belas e verdadeiras
amizades, arranjei várias namoradas e algumas facilidades mais.
Qual foi a
primeira equipe organizada da qual você fez parte, digamos uniformizada, e
quantos anos você tinha quando virou titular?
Eu tinha 15 anos e já era titular na
lateral-esquerda do Botafogo do Alto de São Manuel, participando do campeonato
mossoroense de amadores , no Campeonato de Bairros.
Aos 16 anos eu já integrava a equipe de Aspirante,
hoje juvenil, do Ipiranga (era considerada a 3ª força do futebol mossoroense)
que disputava o campeonato oficial da cidade.
Botafogo do Alto de São Manuel
Gonzaga e um "comandante" companheiro do Botafogo do Alto de São Manuel
Quando você
despertou que o seu estilo de jogar, ou melhor, quando percebeu que tinha
“futebol” para ir adiante?
A partir do momento quando estava treinando
pelo Botafogo no nosso campo de areia (em 1966) e logo após o coletivo o treinador
do Ipiranga (Aluízio Linhares ex-goleiro de Ceará, Fortaleza e Ferroviário do
CE e treinador na época do Ipiranga) que era um clube semiprofissional me
chamou para treinar entre os titulares, já que o Santana (lateral esquerdo
titular) havia faltado ao treino. Treinei nessa posição marcando Kaleca que era
um ponta-direita rápido e titular do time principal, com passagem pelo
Potiguar. Após o coletivo o professor solicitou que eu comparecesse aos treinos
seguintes. Aos 16 anos começava o interesse de outros clubes pelo meu futebol.
Nesse mesmo período joguei uma temporada pelo Potiguar ao lado de Lupércio,
Evandro, Rivaldo, Toinho Dantas, China, Altevi, Ananias e tantos outros. O
treinador do Potiguar na época era o Renê Dantas (irmão de Toinho e Nivaldo).
Com quantos
anos começou a treinar na equipe do Baraúnas e quando virou titular? Ainda se
lembra do primeiro jogo? Onde ocorreu e qual era a equipe adversária?
Fui para o Baraúnas em 1968 (com 17
anos) para jogar como 4º zagueiro na equipe de aspirante. No mesmo ano fui promovido
para o time principal e fiquei como titular até 1972 (jogava tanto de
quarto-zagueiro como de lateral esquerdo). O meu primeiro jogo no time
principal como titular foi num Potiba (clássico entre os rivais Potiguar e
Baraúnas) no final de 1968. O Nogueirão lotado, pois se tratava de um jogo pelo
quadrangular final do campeonato mossoroense de futebol, disputado por 10 equipes.
O placar foi 2x2. Mesmo quando servi ao exército (Tiro de Guerra, em 1970), com
18 anos e uma saúde fantástica, não larguei o Baraúnas. Nessa época recebi
convite de muitos clubes mossoroense e de outros estados também.
Equipe Base do Baraúnas em
1970: (em pé) Zé Aires, Alderi, Walmir Preto, Panam, Dão e Gonzaga; (agachados)
João Pelé, Neto Macarrão, Elineudo, Washington e Toinho.
Quantos anos
permaneceu no Baraúnas, e por que saiu?
Joguei no Baraúnas de 1968 a 1972.
Aliás, este último ano foi a minha melhor forma técnica defendendo o Baraúnas
(veja a foto do time base). Desse time saíram dois jogadores para o América de
Natal (Washington e Toinho).
O Baraúnas foi o clube que me deu
destaque no futebol mossoroense. Por isso sou muito grato a esse clube. Amo de
coração o Baraúnas. Até hoje me emociono quando vejo o Leão jogar. Defendi o
clube até 1972, quando fui morar em Brasília. Sempre fui amador. Nunca recebi
nenhum pagamento para defender o clube, embora já existissem vários
profissionais no elenco, vivendo do futebol. (Dá uma respirada, toma o fôlego, emociona-se de verdade, e continua)
Como eu tinha emprego e renda, e por
gostar tanto do clube, dispensava qualquer forma de pagamento que o clube
tentasse fazer. Joguei quatro anos pelo Baraúnas por amor! Pelo Baraúnas tive a oportunidade de
enfrentar grandes clubes do futebol nordestino (PE: Náutico e América; PB: Treze
de Campina Grande; RN: ABC, América, Alecrim, Atlético; CE: Ceará, Fortaleza,
ferroviário, América, Tiradentes e Calores do Ar). Foram grandes jogos. Fui
convidado para fazer testes em alguns deles. Porém não me despertava interesse
em ser profissional de futebol, já que eu priorizava os estudos. Por isso, fui
para Brasília estudar e trabalhar. Agradeço a Deus por todas as oportunidades.
Estádio Nogueirão lotado para mais um clássico mossoroense, meados do ano 1971. Gonzaga defendendo o Baraúnas e a equipe formada assim: (em pé) Bozó, Bira, Plínio, Andrade, Souza e Gonzaga.
(agachados) Emanoel, Trindade, Chiranha, Raimundo e Zairinho.
(agachados) Emanoel, Trindade, Chiranha, Raimundo e Zairinho.
Começo no Baraúnas, a grande paixão de Gonzaga no futebol
Sabemos que
você enfrentou os maiores times do Brasil e foi adversário das melhores equipes
do eixo Sul/Sudeste. Conte-nos alguma história que tenha lhe marcado.
Num jogo amistoso contra o Náutico 3X1
Baraúnas, jogando de lateral fui marcar o Nado (ex-Palmeiras e seleção
Brasileira). Não vi a bola. O baixinho (ele era menor que o e Nélio e Massilon)
corria demais. Outro jogo foi contra o ABC no Nogueirão marcando Alberi. O
negão dominou a bola no meio de campo em direção à grande área, eu de 4º
zagueiro, tentei matar a jogada e levei um drible espetacular desse que foi um
grande jogador.
Morando em Brasília, fui bi-campeão do
Distrito Federal defendendo o Minas Brasília Tênis Clube pelo acirrado campeonato
de interclubes. No nosso time jogava o Noé Silva, que foi ídolo nos anos 80
pelo ABC. Esse campeonato era muito disputado e de alto índice técnico, pois
contava com grandes ex-jogadores com passagens no futebol de MG, RJ e Paulista.
Além do Noé, contava, ainda com Buglê (ex- Cruzeiro, Santos e Vasco); Padrera
(ex-ABC); Cister (ex-ABC) e outros.
O que mais me marcou foi ter a
oportunidade de jogar várias peladas em Brasília com o Nílton Santos –
Bicampeão mundial (foto abaixo). A sua simplicidade, sem nenhuma vaidade, foi o
que mais me chamou a atenção desse grande ídolo e homem!
Gonzagão, bem no centro, braços cruzados no peito vestido de branco, olhando de lado, sem barba, sendo abraçado sobre os ombros por Nílton Santos
Sabemos dos
riscos que há na organização de listas. Mas qual o melhor jogador que você
enfrentou e qual o melhor que você viu jogar nas seguintes posições: goleiro,
zagueiro, laterais, meio-campistas e atacantes?
O jogador mais difícil de marcar que
enfrentei foi o Beijoca ex- Bahia e Flamengo pelo campeonato interclubes de
Brasília. O cara dava porrada mesmo. Eu batia nele e quem se machucava era eu.
Bolas altas ele, que era um ótimo cabeceador, subia atropelando todo mundo. O
cara era mal! Entretanto, o melhor tecnicamente que eu enfrentei foi o Buglê.
Este era clássico!
Quanto os melhores jogadores que vi
jogar ao vivo foram: Rivelino pelo Fluminense e Zico pelo Flamengo. Assisti
vários jogos desses craques no Maracanã. Sou vascaíno. O Dinamite foi meu
ídolo. Mesmo assim, o Riva e Zico superaram o Dinamite. Eles tinham uma técnica
fantástica.
Nas demais posições, os melhores que vi
jogar ao vivo e não considerando os vistos pela TV, foram:
Goleiro: Marcos do Palmeiras; Zagueiro:
Mauro Galvão e Dario Pereira; laterais: Carlos Alberto Torres, Junior Cabeção e
Nelinho; meio-campistas: Rivelino, Zico e Falcão; atacantes: Roberto Dinamite e
Careca.
No seu tempo
de profissional o futebol, apesar de já ser um esporte caro e teoricamente
organizado, tinha um quê de romantismo e, no interior brasileiro, era sim meio
amador. Mudou muita coisa de lá para cá?
Sim. Prefiro o futebol dos anos 70 até
95.
Nessa época existiam muitos craques. Eram
comuns os dribles, lançamentos profundos e a técnica. Na atualidade qualquer
jovem que tenha apenas um excelente condicionamento físico, poderá ser um
profissional. Hoje, o erro dos passes passou a ser comum. Além disso, a
violência é exercida sem uma punição à altura. E olhe que eu sempre fui um
jogador viril, de força física. Gosto do futebol mais técnico. Veja o belo
exemplo do Barcelona que deveria ser seguido por todos os clubes do mundo. Assim,
o futebol mudou muito e para pior. Hoje ele é mais comercial. Não confundir com
profissional! (risos)
Gonzaga,
antigamente o jogador permanecia muitos anos na equipe que lhe revelava e
possuía grande empatia pela camisa do clube. Hoje vemos cada vez mais os
valores jovens deixando os clubes brasileiros para ganhar dinheiro no exterior.
Que comparação você faria daquele seu tempo para hoje?
Naquele tempo jogava-se com mais amor à
camisa, ou seja, ao clube. Veja o caso do Zico e do Roberto Dinamite. Seus
amores foram o Flamengo e o Vasco, respectivamente. Jogaram por lá tantos anos.
Hoje, exemplifico o Juninho Pernambucano que não esqueceu o clube que o
projetou. Que belo exemplo. Ainda bem que estão segurando o Neymar e o Ganso.
Com a crise financeira mundial, sobretudo nos países europeus, é possível que
esse quadro seja revertido e com isso ganha o torcedor brasileiro que volta a
contar com seus ídolos por mais tempo nos seus times. A solução válida para
todos os clubes, inclusive o meu Baraúnas, é investir na categoria de base.
Investir com inteligência e criatividade, pois o retorno será garantido!
Desfile em carro aberto pelas ruas de Mossoró, após um campeonato conquistado no Futebol de Salão
Destaque também no Futebol de Salão (Futsal)
Há alguma coisa que você se arrependa de ter feito, ou não, em sua carreira de jogador de futebol?
Arrependo-me quando penso que machuquei
um colega numa entrada/jogada mais viril. Isso me faz refletir e pedir perdão a
todos e a Deus. Gostaria de ter sido um jogador técnico. O meu forte sempre foi
o preparo físico. Hoje, com 61 anos ainda consigo correr atrás do Érbio e
aniquilar o velho Moacir. (risos)
Você deve
ter marcado alguns gols importantes. Poderia nos contar um em especial?
Marquei alguns gols contra (risos). Jesus
do Céu! Não me lembro de ter marcado nenhum gol numa partida oficial. Só em
peladas e olhe lá! Sempre fui um jogador defensivo, de pegada, porém, leal.
Este é o meu forte no futebol!
Gonzaga,
hoje em dia temos a satisfação e a imensa honra de dividir com você as noites
das quintas-feiras, na Pelada dos Craques & Craques, do Clube da Caixa.
Você continua sendo um defensor vigoroso, porém leal. Há algum princípio
trazido da vida para o campo, ou vice-versa?
Nas duas atividades procuro atuar de
forma harmoniosa. Fora de campo, ou seja, no ambiente profissional, social e
familiar atuo com respeito, exercendo a ética e o carinho com todos. Sempre
procurando viver e manter em harmonia o ambiente que frequento. Amo a Deus, a
família e todos os nossos irmãozinhos. Gosto
muito de trabalhar, desenvolver projetos que beneficiem a sociedade brasileira,
isso me realiza. Procuro sempre conquistar amigos. Já dentro de campo, a
história é outra. Concentro-me para jogar futebol sem machucar ninguém.
Entretanto, não posso dar moleza para o Isaac e muito menos para o Sandro, se
não, é gol na certa! (risos)
Sua maneira
de falar com os seus companheiros de time é singular. Ela vem com uma educação
ímpar. Como surgiram as expressões “excelência e comandante” pelas quais você trata o
árbitro e os seus colegas de pelada?
O respeito é primordial aos colegas
jogadores e principalmente ao árbitro. Ele apitou, acabou. Cabe-nos
aceitar! Quanto ao termo “excelência” para o juiz e “comandante” para os amigos
jogadores uso esses tratamentos desde Brasília. Todos gostam. O excelência Josuá
me disse uma vez que encarava isso como um tratamento respeitoso. Já o Marcos,
seu irmão, no início ficava me olhando diferente. Mas depois ele viu que o
objetivo do tratamento é respeitoso. E é! Observe que quando cometo uma falta,
levo um cartão não discuto com o Excelência, pelo contrário, parabenizo-o. Ao
longo dos anos jogando futebol nunca briguei com um “excelência”. Aliás, todos
foram e são meus amigos e alguns até já me pediram autógrafos. Josuá foi um
deles. (risos)
O “Gonzagão”
ainda aguenta quantos anos correndo atrás de uma bola, orientando e sendo o
vencedor que você sempre foi?
Pretendo jogar até quando Deus permitir
e minha mulher deixar! (Risos)
Ora, se o Moacyr com mais de 80 anos, quase 90 e ainda continua enganando, acho que posso alcançá-lo! (muitos risos)
Ora, se o Moacyr com mais de 80 anos, quase 90 e ainda continua enganando, acho que posso alcançá-lo! (muitos risos)
Na sala de seu apartamento, onde nos recebeu com hospitalidade ímpar
Poderia nos deixar
uma mensagem final, amigo Gonzaga?
Inicialmente, parabenizar o Totonho que
tão bem sabe organizar e conduzir a nossa pelada, exercendo com maestria a
liderança. Ele é o nosso líder, pois sabemos que lidar com “velhos” metidos a
jogadores de futebol não é fácil. O Totonho possui muita habilidade para cuidar
de nós. Parabéns e obrigado a esse grande homem!
São harmoniosas as nossas peladas e o
nosso grupo é composto de pessoas maravilhosas. Gosto de todos: dos novos (onde
você meu cabeça de área predileto se inclui) e dos mais antigos. Sinto saudades
daqueles que por algum motivo se ausentaram da pelada: Miguel Carlos Alberto Torres,
Gerder, Sávio, Kennedy, Dr. Eduardo Bezerra - seu conterrâneo de Acari - e tantos
outros.
Além da gostosa pelada, independentemente
do resultado da partida, contamos com amigos folclóricos que nos transmitem
prazer em conviver com eles. Em homenagem a todos, cito o grande zagueiro
Fuzaca, com sua comilança e estrondosas flatulências faz com que o ambiente
pós-pelada (hora da cervejinha) seja cada vez mais “agradável” e aromatizado!
Mais uma vez agradeço pela oportunidade
e parabenizo a brilhante ideia pela constituição deste blog que com certeza,
sob a sua edição e coordenação, será mais um instrumento que irá contribuir
mais ainda pelo fortalecimento do nosso grupo e manutenção das amizades. Torço
para que não haja contusões e possamos participar ativamente de todas as
peladas durante o presente ano de forma harmoniosa!
Então, é isso, gente. Aí temos um pouco do Comandante Gonzaga - A Muralha Humana da pelada dos Craques & Craques. Desejamos muita saúde e paz, curtindo o mar e tudo o mais que você merece, COMANDANTE! Mas, seguindo em campo e dando aqueles lançamentos "Três Dedos", que só quem é do ramo consegue fazer.
Você, Gozagão, É PROFISSIONAL!
Ainda esta semana anunciaremos o entrevistado da próxima quinzena.
Além da família, dos amigos, do Baraúnas e do futebol, sua outra paixão: o mar
Obrigado, Gonzaga. Pela limonada, pelos salgados... enfim, por sua amizade.
Eu agradeço a vocês primeiramente. Então, é isso, gente. Aí temos um pouco do Comandante Gonzaga - A Muralha Humana da pelada dos Craques & Craques. Desejamos muita saúde e paz, curtindo o mar e tudo o mais que você merece, COMANDANTE! Mas, seguindo em campo e dando aqueles lançamentos "Três Dedos", que só quem é do ramo consegue fazer.
Você, Gozagão, É PROFISSIONAL!
Ainda esta semana anunciaremos o entrevistado da próxima quinzena.

Parabens Gonzaga. Continue curtindo e praticando o futebol
ResponderExcluirLuiz Alberto